Destinos.

Conheça destinos comuns de quem procura nossas linhas, para mais informações consulte a guia Horários ou Clique Aqui.

Povoado: O estilo rústico do vilarejo, que tem ruas de areia e é acessível apenas depois de cruzar um rio em pequenas embarcações, é seu grande charme. As casinhas coloridas que se espalham pelas vielas abrigam modestas pousadas, bares e restaurantes que ganham movimento no verão e no mês de julho, quando Caraíva é invadida por jovens de nacionalidades diversas. No restante do ano, a paz reina absoluta.

Praia: São dois quilômetros de areias fofas. As águas cristalinas são protegidas por recifes e perfeitas para a prática de esportes à vela e mergulho. Tem bares que funcionam dia e noite. No canto esquerdo (Chamado de praia da Barra.), encontra o Rio Caraiva, formando uma bela paisagem com direito a mergulhos entremeados nas águas doce e salgada. Por ali, também há barracas e prática de kitesurf.


O centro histórico da vila, tombado pelo Iphan, compreende a singela igreja Matriz de Nossa Senhora D'Ajuda, erguida em 1551 e que abriga um mirante que descortina toda a Estrada da Balsa e o encontro do rio Buranhém com o mar. A construção, que fica em frente a uma praça, é emoldurada por casinhas simples e coloridas, algumas transformadas em lojinhas de artesanato, padarias e um aconchegante café, o Café da Santa.


A enseada emoldurada por falésias multicoloridas é famosa pelo charme de suas pousadas e barracas, como a Maré e a Flor de Sal. Com movimento menos intenso, Pitinga é acessível a pé, cerca de meia hora de caminhada a partir de Mucugê ou de carro em dez minutos por estrada de terra a partir do centro.


Escondida entre os povoados de Trancoso e Caraíva, a praia do Espelho é considerada uma das mais encantadoras do Sul da Bahia. Perfeita por natureza e bucólica por vocação, reúne águas azuis que formam piscinas naturais, gigantescas falésias brancas e avermelhadas, riozinhos e coqueirais.

Juntam-se a esta pedaço do paraíso o charme rústico das pousadas e o estilo único das barracas de praia que espalham pela areia, com muito capricho, esteiras de palha e espreguiçadeiras cobertas com almofadões coloridos. Na verdade, o povoado se chama Curuípe mas, para evitar confusões, atende por ambas as denominações. O glamour, que veio junto com o novo nome, encheu de fama a pacata vila de pescadores.


Bastante tranquila, é rodeada por pousadas e agradáveis quiosques. Na maré baixa ganha piscinas naturais, perfeitas para o mergulho com snorkel.


Praia central de Arraial d'Ajuda, Mucugê é repleta de barracas de praia e fica lotada de famílias e ambulantes na alta temporada e no verão. As piscinas naturais são boas para banhos e a prática de esportes náuticos. No verão, é cenário de luaus e raves que varam a madrugada.


Ponto de encontro de jovens, Parracho tem um gigantesco clube de praia (Uíki Parracho.) com bares, espreguiçadeiras, atividades esportivas e música o dia todo. No verão, promove festas concorridas.


A praia mais afastada e selvagem de Arraial d'Ajuda fica a cerca de duas horas de caminhada, partindo da vila. O cenário compensa: a praia abriga as mais imponentes e belas falésias do Sul da Bahia, chegando a 45 metros. Coloridas, têm nuances que vão do branco ao vermelho, passando pelo laranja e ocre, sem contar o verde da vegetação. No caminho há trechos desertos e outros com barracas para repor as energias.


Quadrado
Quadrado

O centro da vila é tão ou mais famoso que as praias da região! A praça, que abriga a igrejinha e um campo de futebol, é emoldurada por amendoeiras e casinhas coloridas que funcionam como bares, restaurantes e lojas. De dia, o Quadrado é uma tranquilidade só. Ao entardecer, porém, ganha vida com o movimento no comércio, o vai-e-vem de nativos e turistas e a algazarra do futebol da molecada. Não deixe de conferir o belo visual descortinado pelo mirante atrás da igreja de São João, erguida em 1656.


Uma das mais próximas da vila, a praia dos Coqueiros tem recifes, coqueirais, movimento de excursões e muitas barracas de praia, como a do Jonas, perfeita para comer peixes e frutos do mar.


O Rio Trancoso deságua aqui, formando uma lagoa. A praia é a mais próxima da vila e é frequentada, em especial, pelos hóspedes das pousadas Estrela d´Água, Uxua e Tangará, que ali montam seus clubs de praia com pesticos e drinks estrelados, sofás e espreguiçadeiras e trilha sonora comandada por DJ´s. As barracas são abertas também para não hóspedes.


Repleta de coqueiros, a bonita praia do Rio da Barra tem barracas e pode ser explorada a pé, a partir da praia dos Nativos, ou de carro (Acesso pela estrada de terra que leva a Arraial D'Ajuda.).


Na maré baixa, as águas mansas de Itapororoca formam piscinas naturais. Deserta, é acessível depois de uma hora de caminhada a partir da praia dos Coqueiros.


Extensa e com piscinas naturais na maré baixa, Itaquena exige resistência, uma hora e meia de caminhada partindo da praia do Rio Verde. Por ser uma Área de Preservação Ambiental, não há acesso para carros (Eles devem ser deixados antes de uma cancela.).


Se você tiver oportunidade faça o passeio de caiaque... As crianças adoram e nós nos divertimos muito na Maré baixa da pra ir de a pé, mas tem muitas pedras no fundo que machucam os pés. Então o caiaque é a solução...


A praia fica entre o Araçaípe e o Ecoparque e é frequentada principalmente por moradores do Arraial. É um trecho protegido, com mar calmo, repleto de barquinhos de pescadores. A maior atração é o visual, seguida pela Barraca do Nel, os peixes frescos, como badejo, dividem a atenção com o arroz de polvo.


Distrito de Prado, Corumbau (Ou Ponta de Corumbau.) fica no extremo sul da Bahia, entre Prado e Porto Seguro. A tranquilidade reina aqui o ano todo, mesmo na alta temporada.

Isso porque, além da pouca oferta de hotéis e pousadas, a maioria é sofisticada, diga-se de passagem, só se chega por barco ou por uma estrada de terra.

Graças ao acesso complicado, os 15 quilômetros de praias de areias brancas, mar em tons esverdeados e emolduradas por coqueiros e amendoeiras estão completamente preservados.

o encontro do rio Corumbau com o mar, uma ponta de areia sobre o oceano abriga uma vila de pescadores. Por ali, restaurantes rústicos oferecem pescados fresquinhos. Uma das atividades mais bacanas na região é mergulhar no recife de Itacolomi.

Os barcos partem da praia da vila e levam cerca de meia hora até chegar ao local, repleto de piscinas naturais habitadas por peixes coloridos e tartarugas. Também as belas formações de corais chamam a atenção de quem encara a máscara e o snorkel.

O percurso pode ser feito de lancha, escuna ou trainera. O horário de saída dos passeios varia com a maré. Ainda entre as atrações do mergulho no coral de Itacolomi é olhar para terra firme e notar o Monte Pascoal (536 metros de altura.) com a mesma perspectiva dos descobridores do Brasil. Pura emoção! Inclua no roteiro uma visita à aldeia indígena de Barra Velha, a seis quilômetros, depois de cruzar o rio. Índios pataxós recebem os visitantes, que encontram uma infinidade de artesanato, bijuterias, utilitários e até arco e flecha. Para os fãs do caiaque, vale subir o rio Corumbau na maré alta para apreciar de perto os manguezais.



O passeio clássico da vila é feito em barcos de pescadores ou em lanchas. No percurso, trechos de manguezais e parte do Parque Nacional de Monte Pascoal. O pôr do sol visto das águas é considerado o mais belo da região. Para quem gosta de aventura, vale descer o rio em bóias durante a vazante.


Emoldurada por coqueirais, falésias vermelhas e lagoas de água doce, é semideserta e acessível depois de cerca de 40 minutos de caminhada (Antes, é preciso atravessar o rio Caraíva, a nado ou de canoa). Paz absoluta e um oásis, a barraca do Satu, que existe ali há mais de 30 anos e sempre tem um coco gelado!


A enseada reúne ondas fracas e recifes que formam piscinas naturais, além de falésias e muitos coqueiros. Fica a 50 minutos da praia de Caraíva, depois da praia do Satu.


A caminhada de uma hora e meia (Também há a opção de bugue.) leva à enseada de ondas fracas e recifes, praticamente deserta e emoldurada por barcos de pescadores. Por ali fica a aldeia dos índios pataxós, comvenda de artesanato.